Sabemos da justiça dessa homenagem, porém aqui esclarecemos de forma sucinta aos inúmeros associados que não tiveram a oportunidade de conviver e conhecer os grandes benefícios que o homenageado proporcionou ao Clube de Tênis D. Pedro II e, mais do que tudo isso, a sua constante lição de benquerença e amor ao Clube.
      Essa honraria foi-lhe concedida no ano de 1958.
      Sabem por que?
      Entre inúmeras demonstrações de apreço ao Clube D. Pedro II, foi principalmente pelo fato de haver promovido às suas expensas a construção da primeira sede, então denominada “Pavilhão Procópio Filho” numa feliz adaptação feita na velha casa de frente para a Rua D. Pedro por ele mesmo adquirida em nome do Clube e sem qualquer retorno posterior da importância então despendida.
      Pela foto aqui publicada, verifica-se o momento em que minha mãe, Petina de Miranda Teixeira, no ano de 1939 cortava a fita de inauguração daquela dependência e que serviu por muitos anos para vários eventos sociais: almoços, churrascos, animadas tardes dançantes, ao som de uma possante eletrola RCA Victor. Os discos eram fornecidos por empréstimos pelos próprios participantes dessas agradabilíssimas reuniões.


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